quinta-feira, 8 de março de 2018

O QUE VOCÊ FAZ PARA SE SENTIR EQUILIBRADA (O)?


Parece uma pergunta tola, não é mesmo? Mas não é. Muitas vezes, no corre-corre das horas e dos dias, não percebemos o potencial de emoções boas que temos em nós. Claro, o mundo externo não “precisa” saber se você está contente ou não, se está equilibrado ou não; só quer saber se você pode produzir ou, então, está fora...

Infelizmente, muitas pessoas se deixam levar por esta máxima; então, para suprir necessidades emocionais, recorrem ao álcool, às drogas, ao tabagismo, à comida... O final disto é dor, insatisfação pessoal, estresse e, o que é pior: doenças crônicas!

Acredito que o mal do século seja a depressão. Ela vem sorrateira, de “soslaio”, para dar “o bote” na vítima indefesa e inerte. O resultado: dor, dor, dor, afastamento social, perpetuação do círculo vicioso, sem perspectivas de sair pelos próprios meios. Daí, a grande importância da família, dos amigos, de associar-se à grupos de apoio. Mas, o passo primeiro, aquele verdadeiramente mais importante, é o recolhimento e reconhecimento das limitações e determinação em mudar!

Então, meu amigo (a), reveja seus conceitos de vida plena e, peço, faça agora uma rápida lista mental de tudo aquilo que te faz bem. Pode ser ler um livro; ouvir música; dançar; pular; correr; gritar (acredite, muitas pessoas se sentem bem assim...); cantar junto com o seu CD ou DVD preferidos; assistir a um filme de comédia. Enfim, há uma infinidade de oportunidades de sairmos do ostracismo, nos motivarmos e darmos uma “guinada” na nossa caminhada, olhando fixamente para o horizonte, om esperança, fé, sem esmorecer, sem ter medo. Esperando Naquele que tudo vê, que tudo sabe, compreenderemos nosso papel nesta grande obra de arte que é a vida!

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