terça-feira, 8 de outubro de 2013

O AMOR É A RAZÃO DA MOTIVAÇÃO


O amor é um sentimento nobre e soberano. Remonta desde os primórdios do universo, no momento da criação do mundo. Por amor, Deus criou o universo. Por amor, criou a natureza. Por amor formou-nos. O amor é fundamental em nossas vidas, assim como o ar que respiramos. Sabemos que sem amor pereceríamos no abismo sem fim de amargura e desespero. O amor traz paz interior, motivação para agirmos em prol do bem-querer.

Sentimos o amor em todos os aspectos de nossas vidas. Nós, seres humanos, teorizamos o amor sob diferentes modos: amor maternal/paternal; amor fraterno; amor-amizade; amor-paixão; amor espiritual; amor incondicional, entre outras denominações. Mas, de tudo isso, o AMOR envolve uma relação a dois, independente de qual modo de amor.

O amor não tem classe social, idade, tempo para surgir. Ele é independente, com vida própria, não se "enquadrando" em nossos padrões temporais e situacionais...Mas, ele se deixa permitir, para aqueles que se mostram abertos a recebê-lo e compartilhá-lo com alguém.

Já conversamos sobre o amor espiritual e o incondicional, aquele que nosso Criador tem por nós, mesmo com nossas falhas e acertos. Já tratamos também do amor entre pais e filhos, entre irmãos e amigos. Hoje, vamos nos permitir falar sobre o amor entre duas pessoas apaixonadas, que se permitem compartilhar esse sentimento nobre.

O amor-paixão, ou eros para os gregos, significa o amor consciente que uma pessoa sente pela outra. É atração física que compele à busca de um relacionamento íntimo e duradouro. Nesse sentido, esse amor leva à relação sexual. É importante frisar que, infelizmente, há uma deturpação do amor eros, levando algumas pessoas a praticarem sexo totalmente frio, casual, sem qualquer tipo de sentimento.

Mas, voltemos ao amor eros continuado, equilibrado e consciente. É bom e saudável ter um relacionamento íntimo com aquele (a) que amamos. Desperta em nós a elevação da autoestima, o cuidado com o outro, a responsabilidade de ter uma vida a dois; sem contar da motivação, razão pela qual conversamos diariamente. A motivação também tem essa faceta: o amor. O amor nos motiva a ter ânimo para sorrir, trabalhar, amar o outro (a); nos faz também cuidarmos um pouco de nós mesmos, não é mesmo? Nós, mulheres, que o digam... Os homens também passam a se cuidar mais.

O amor como fator de motivação desenvolve em nós uma rede de reações - psíquicas e físicas - que nos desencadeiam nosso instinto fisiológico de perpetuação da espécie.
Pensemos neste tipo de amor entre duas pessoas, caro leitor. Esse, sim, significa amor equilibrado, nobre, virtuoso, com o mais puro e sincero sentimento que brota - mesmo se, algumas vezes, queremos negá-lo - de dentro de nossos corações. Esse amor é sustentável, duradouro, atravessa gerações e, confesso, nos dá assunto para uma gama de conversas futuras.

2 comentários:

  1. Esse amor que vc menciona no 1º e 4º parágrafo é o que temos que ter como referência nas tantas relações humanas que temos em nossas vidas.

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  2. Sim, Beth, ele é a raiz de nosso comportamento, de nossa vida.

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