quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O QUE VOCÊ FARIA SE NÃO TIVESSE MEDO?


O que faríamos se não tivéssemos medo? Pergunta capciosa, mas profunda em si. Amigo leitor, preste bem atenção nesta pergunta? O que você faria?
Bem, muitas pessoas parariam de ler o livro e começariam a listar uma série de ações “sem medo” de escrever: viajariam mundo afora; correriam uma maratona; escreveriam sua biografia; dirigiriam por horas e horas em uma estrada à noite; falariam em reuniões todas as idéias em suas mentes, sem medo de falhar, entre muitas outras coisas “destemidas” que você, caro leitor, já as tem na sua mente. Pois bem, por que então não fazer estas coisas listadas já, agora, no presente? Por que tanto medo?
Ter medo pode ser bom. Ele nos impulsiona a agir, a enfrentar barreiras, a lutar. Esse tipo de medo é salutar. Contudo, existe o outro lado do medo: o medo que paralisa, presente dentro de nós. A pessoa com medo paralisante fica inerte diante da situação, não é capaz sequer de romper a barreira mental; fica totalmente entregue à ameaça. Algumas vezes até dizem: “tenho medo de falhar”! O medo de falhar leva-nos a falhar, o medo do fracasso acelera muito o fracasso. Podemos e devemos errar; faz parte do ser humano. Não somos perfeitos. Somos, sim, criaturas perfeitas à imagem e semelhança do Criador, mas temos fragilidades. Nós nos exigimos muito por pouco. Para que tanta preocupação em cometer erros? Quando temos esta preocupação, aí é que erramos mais ainda... Como ensinaremos aos nossos filhos, como testemunharemos aos nossos amigos e pessoas que passam pelas nossas vidas o sentido da vida, o valor de empreender?
Se quisermos ser empreendedores, não poderemos ter medo de correr riscos e falhar. Aliás, a essência do ser humano é arriscar-se. Você vai errar não poucas vezes, mas esse é o preço que se paga. Quem vence sem correr riscos, ganha “medalhas” sem honra.
Não faça do medo um vilão, um inimigo dentro de você, corroendo suas entranhas lentamente. Faça dele seu amigo, libertando-se de tudo o que paralisa e enfrentando, sem receios, seus medos, compreendendo-os, acolhendo-os e aceitando-os como companheiro de jornada.



2 comentários:

  1. Enfim, o medo restringe a liberdade de se expressar, de crescimento, de poder ser o que se é, de sentir a plenitude da vida, de se relacionar com outros de maneira verdadeira.

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  2. O medo paralisa. Ele nos "engessa" de tal forma que nos sentimos reféns de nós mesmos, cada vez mais nos embotando, em um círculo totalmente prejudicial. Em contrapartida, sabendo de nossas limitações, mas mesmo assim seguir em frente, é o primeiro passo para a coragem e para a grande transformação - de dentro para fora - proporcionado aumento da autoestima e motivação crescente.

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