quarta-feira, 31 de julho de 2013

COMO MANTER A MOTIVAÇÃO

Amigos do blog! Estou de volta, com muita motivação para compartilhar com vocês experiências, saborear cada momento de vida, plena de alegria e satisfação em poder escrever e partilhar com vocês grandes e pequenas coisas!

Hoje vamos voltar a conversar sobre como manter nossa motivação de maneira constante e firme ao longo de nossa caminhada.

A motivação, como costumamos conversar aqui,  pode ser interna ou externa. A motivação interna é a chamada automotivação, isto é, aquela que brota de dentro para fora. É o nosso discernimento, nossa força interior, que nos impulsiona à ação, que nos faz sair da zona de conforto e enfrentarmos nossos medos e conquistarmos nosso objetivos de felicidade. A automotivação é a paixão em fazer determinada atividade, de ter determinada atitude diante dos acontecimentos da vida. É contarmos com a tranquilidade, paciência e a serenidade, que são sempre fiéis a nós e caminham lado a lado conosco, mesmo quando não “olhamos” muito para elas (veja mais uma vez eu colocando os nossos sentimentos como canais de comunicação!). Faz-se mister, sim, cultivarmos as virtudes da paciência, da serenidade, a fim de adquirir grande estima por nós mesmos e tomarmos as rédeas de nossas vidas e adquirir aquele dinamismo de outrora!

 Ao lado da motivação interna há a motivação externa. Essa vem de pessoas que nos influenciam, dos acontecimentos que marcam nossa história, da natureza que nos cerca, dos ambientes que frequentamos, do trabalho que exercemos e dos frutos que alcançamos com ele. Vivemos em sociedade. Convivemos com diferentes tipos de pessoas, diferentes experiências de vida, diferentes modos de reagir frente às situações cotidianas. E são exatamente as pessoas que nos dão motivos para a ação (motivação), que nos ensinam como “olhar e sentir” a vida, como experimentar novas “sensações” pela história que cada um tem. É claro que depende muito do ambiente em que vivemos, seja no meio urbano ou no meio rural, seja em cidades com menor número de pessoas ou em uma metrópole. O ambiente externo influencia o nosso modo de pensar e agir. O dia-a-dia está tomado de acontecimentos que nos “atropelam” e não nos dão tempo para “colarmos os cacos que ficam”. Antigamente só sabíamos de uma descoberta após semanas ou até mesmo meses. Um descoberta levava-se décadas ou um século para se concretizar e divulgar. Agora, o mundo parece que está girando mais rápido... as informações são “instantâneas”; o que acontece na China, por exemplo, reflete aqui em nosso país. Se houver um terremoto em um extremo da Terra, o outro extremo “sente” as consequências. Nossa, parece que não há trégua!            Parafraseando Shakespeare, que diz que o mundo não para para curarmos nossas feridas, temos que ter ações cada vez mais rápidas, nosso “computador” cerebral tem que funcionar “a todo vapor”. Graças a Deus que ele (o cérebro) não queima! O Criador é perfeito em Sua obra e nos deu um cérebro que funciona dia e noite, ininterruptamente, desde o ventre materno até a morte, e que não queima! Ele não nos abandona!

É engraçado falar assim, mas a verdade é que nós temos toda capacidade de mudar o nosso jeito de “vermos” os acontecimentos, sentirmos as pressões, medos e conflitos em nossas vidas e mesmo assim decidirmos enfrentar. Buscar a motivação, interna e externa, fazer valer o nosso sentido de existir, de sermos felizes e contribuirmos para a felicidade dos outros. Fazer a diferença!

2 comentários:

  1. Que bom que vc voltou para continuidade dos textos.
    Conforme vc coloca no último parágrafo é mesmo bom termos a capacidade de mudar nosso jeito, nossa opinião também, pois mostra flexibilidade
    já que as circunstâncias estão sempre mudando.

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  2. A vida é uma constante mudança. Essa é a única coisa permanente que sabemos... A motivação, é claro, acompanha o desenrolar dos acontecimentos, tornando o ânimo cada vez mais crescente e de proporcionar a nós fazermos grandes coisas!

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